Mude de janela Esperança é a ordem do dia "Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida." (Prov. 4:23) Nossa vida é semelhante a uma casa de muitas janelas, que possibilita contemplar várias paisagens. O problema é que muitos fazem da vida uma casa de uma só janela. E ali, ficam debruçadas, por anos. Quando alguém age assim, o foco da sua atenção fica limitado, impossibilitando-o de ver outros horizontes. Na vida, por vezes temos que mudar de janela, para contemplar o novo ao nosso redor. Precisamos fechar algumas janelas para que outras sejam abertas... A Uma janela que precisa ser fechada é a do ressentimento. Quem fica debruçado nesta janela olha a vida pelo ângulo da amargura, do desencanto, da tristeza. A pessoa ressentida perde a confiança no amor, não investe em novos relacionamentos, fecha as portas para o perdão e tem visão muito negativa da vida. Mude de janela! Abra a janela do coração para o perdão. Perdoar...
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Coca-cola do Diabo! Certo dia eu voltava da Escola Bíblica Dominical, e parei para comprar uma coca-cola numa barraquinha no meio do caminho. Enquanto caminhava, com a coca-cola na mão, encontrei uma irmã, que com cara de espanto, me perguntou se eu ia tomar a coca-cola. Fiquei meio constrangido em responder e me policiei em não dar uma resposta que a desagradasse. Enfim pra que se compra um refrigerante senão para bebê-lo? Então lhe disse que sim, que tinha esperança em beber a coca-cola. Ela me disse: ‘ Não irmão. Não beba isso, pois o ‘dono’ da coca-cola fez pacto com o diabo! – ao que lhe respondi: “Bem irmã, o pacto quem fez foi ‘ele’ e não eu, logo não tenho nada haver com isso! “ Quando nos despedimos senti que ela ficou chateada por não ter conseguido me ‘converter’ do pecado da ingestão do produto em questão. É engraçado como nos cultos evangélicos, os crentes são quase anjos, super-crentes. Declaram, determinam, amarram, profetizam, pisam o in...
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Sem dúvida, o homem moderno tem muito conhecimento e um horizonte amplo. Por exemplo, sabemos da fragilidade de nosso pequeno planeta e como ele gira no espaço... Preocupamo-nos com a poluição ambiental e com maneiras de evitar doenças. Mesmo assim, sentimo-nos ameaçados e temos medo daquilo que nos parece sinistro ou obscuro, de grandes mudanças e surpresas negativas. Tememos ser atropelados pelos acontecimentos... Será que em 2012 devemos esperar por uma acúmulo de catástrofes inimagináveis? Terremotos, mega-erupções solares, tsunamis, tornados, impactos de meteoros, uma colisão com o misterioso planeta Nibiru, deslocamento dos polos magnéticos terrestres... Haverá constelações extraordinárias e alinhamentos de planetas fora do comum quando nosso sistema solar cruzar o “Equador galáctico”, liberando muita energia cósmica? Haverá um colapso do tempo? Uma nova e superior esfera de consciência? Ou: será que as experiências do acelerador de partículas de Genebra provocarão um buraco...
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Sabemos que não haverá mais um Dilúvio para submergir toda a terra (Gn 8.21-22; Gn 9.11,15). Isso, porém, não significa que não virá um juízo global no futuro. Haverá, sim, um outro “dilúvio”, um terrível apocalipse de alcance mundial. No Novo Testamento encontramos referências ao tempo de Noé: Mateus 24.37-39, Lucas 3.36 e 17.26-27, Hebreus 11.7, 1 Pedro 3.20, 2 Pedro 2.15 e 3.5-7. Além dessas, existem menções extra-bíblicas desse acontecimento: “O Dilúvio mundial dos tempos de Noé encontra paralelos em mais de 40 culturas, que não dispunham da Bíblia”.[1] A P.M. Perspective (uma revista científica alemã) escreveu recentemente acerca da possibilidade de um Dilúvio histórico: “De fato: em um processo judicial baseado em indícios, possivelmente as provas seriam suficientes [para confirmar o relato bíblico].”[2] Chama a atenção: 1. O mundo do tempo de Noé não sucumbiu por causa da poluição ambiental ou pelo aquecimento global, mas devido à maldade da humanidade...
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O apóstolo Paulo, que nos deu as características mais descritivas dos “últimos dias”, chamou-os de “tempos difíceis” – particularmente ao descrever os costumes da humanidade durante os últimos dias da Igreja um pouco antes do retorno de Cristo (2 Tm 3). Ele usou termos como “egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder...” (2 Tm 3.2-5). Poderíamos passar semanas apenas ilustrando tais comportamentos olhando as páginas de qualquer jornal, desde o caderno dos esportes até o das celebridades. No entanto, este é somente um dos sinais visíveis do fim. Nosso Senhor, em Sua maravilhosa profecia sobre os últimos dias, ilustrou estes dias começando com uma guerra mundial iniciad...
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Pastores questionam silêncio de Silas Malafaia sobre personagem evangélica seminua na TV Globo: “Um exemplo a não ser seguido”. Leia na íntegra O pastor Márcio de Souza , colunista do Gospel+, publicou artigo questionando os motivos de o pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, não ter se posicionado a respeito do capítulo da novela Avenida Brasil em que a personagem evangélica, interpretada pela atriz Paula Burlamarqui, aparece seminua dizendo “tá amarrado” . Souza afirma que “o cara [pastor Silas Malafaia] se mete em tudo, causa gay, movimentação dos blogueiros, vende bíblia a 900 paus, recolhe oferta da casa própria, lei geral da copa, mas levantar a sua ‘voz profética’ contra a Globo que é bom nada”. Classificando a falta de manifestação de Silas Malafaia sobre o assunto como “covardia”, Souza afirma que o pastor “fala contra quem sabe que não tem força para reverberar contra ele, mas contra a rede globo que paga a ele pra ele entr...
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Você tem Fome de Quê? Carlos Moreira Alguns afirmam que já somos mais de 7,0 bilhões de pessoas no planeta. Nossa capacidade de produzir alimento, todavia, está para bem além deste número, ou seja, seria possível, hoje, saciar a fome da humanidade! Mas por uma conjuntura de fatores e interesses – políticos, econômicos, empresariais, sócio-culturais e até religiosos – pessoas continuarão morrendo sem ter o que comer, principalmente nos países do terceiro mundo e, de forma assustadora, no continente africano. No passado, as nações guerreavam por causa da necessidade de terras. Quanto mais território, mais capacidade de produzir, de desenvolver a agricultura e a pecuária. Isto gerava vantagens na hora de negociar mercadorias, de exportar ao invés de importar, de fazer trocas e realizar negócios. Hoje, todavia, que adianta ter terras se não se possui as técnicas e máquinas necessárias para explorá-las, para transformar em riqueza aquilo que o solo oferece de graça. A g...