Não é sobre logos, slogans ou cores
É sobre quem consegue sentar dentro da sua mente e girar os botões das suas emoções. �O jogo que não é seuO sistema financeiro, as grandes empresas, as emissoras de TV e as figuras da esquerda, do centro e da direita parecem estar em guerra, mas não estão. ��
Eles disputam sua atenção em lados diferentes da tela, mas todos alimentam o mesmo tabuleiro de poder. �Enquanto um rosto fala com a esquerda e outro com a direita, a maioria reage por impulso: discute, se ofende, cancela, idolatra. �
Nesse ruído, quase ninguém pára para perguntar: “Quem está lucrando com a minha distração?” �A engrenagem da BabilôniaA lógica é antiga: emocionar para distrair, distrair para controlar, controlar para explorar. �
Corações inflamados rendem mais do que mentes lúcidas, porque gente constantemente irritada ou encantada não planeja, não organiza a própria vida, não atravessa desertos difíceis. �A Bíblia descreve esse processo de outra forma: “O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento.” (Oséias 4:6) ��
Não é falta de fé abstrata; é falta de entendimento concreto, de consciência do jogo que está sendo jogado em volta e dentro de nós. �Renovar a mente, sair do jogoRomanos 12:2 faz um convite radical: não se conformar com este mundo, mas ser transformado pela renovação da mente. ���
Renovar a mente não é decorar versículos; é mudar a forma de enxergar propaganda, política, notícia, discurso “neutro” e até a própria dor. �Sair do jogo é deixar de ser massa de manobra. �
Direita, centro e esquerda viram ferramentas quando você as observa de fora, em vez de se definir por elas por dentro. �Massa, personagens e despertarO sistema não teme religiosos, militantes ou torcidas; teme gente desperta. �
Quem desperta não idolatra políticos, não trata apresentador como profeta, não entrega o futuro da própria família na mão de narrativas prontas. �A massa segue personagens; quem desperta segue propósito. �
A massa precisa de heróis e vilões novos a cada eleição; quem desperta entende que nenhum salvador de tela substitui responsabilidade pessoal e comunidade real. �Sai dela, povo meuA Bíblia chama esse sistema de Babilônia: um modo de viver que mistura fé, consumo, poder e espetáculo até ninguém mais saber quem está servindo a quem. ��
Por isso o chamado se repete, como um eco teimoso na história: “Sai dela, povo meu.” (Isaías 48:20; 52:11; Jeremias 51:6, 45; Apocalipse 18:4) ���Sair da Babilônia hoje é recusar participar cegamente do ciclo de ódio, medo e idolatria que move o sistema. �
É escolher conhecimento em vez de grito, propósito em vez de personagem, renovação da mente em vez de conforto na bolha.
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